NOVO 2026

SIADAP – Práticas de Avaliação e Aplicação do RECAP

Ana Simas

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Description

O processo de avaliação do desempenho na Administração Pública, regulado pelo SIADAP 3, constitui um instrumento essencial de gestão e desenvolvimento organizacional.

A recente integração do Referencial de Competências da Administração Pública (ReCAP) veio reforçar a necessidade de uma avaliação por competências mais rigorosa, transparente e coerente com os objetivos institucionais.

Neste contexto, a presente ação de formação visa capacitar os avaliadores e coadjuvantes para uma aplicação criteriosa dos instrumentos de avaliação, garantindo a observação objetiva dos comportamentos, a valorização do mérito e a promoção do desenvolvimento profissional dos trabalhadores.

Objetivos Gerais
- Pretende-se explorar os fundamentos essenciais do SIADAP, numa abordagem progressiva que conduza os participantes desde os conceitos estruturantes até às fases práticas da avaliação. A formação tem como objetivo central dotar os avaliadores de ferramentas teóricas e conhecimentos aplicados que sustentem uma interpretação rigorosa e eficaz do diploma legal em vigor.
Objetivos Específicos
- Reconhecer os fundamentos que sustentam a existência da avaliação de desempenho na Administração Pública.
- Identificar os benefícios e impactos da gestão eficaz do processo avaliativo na valorização individual e organizacional.
- Entender as finalidades e as formas de utilização da avaliação de desempenho como instrumento estratégico de gestão.
- Valorizar o papel do RECAP como referencial orientador na definição e alinhamento de competências para uma avaliação justa e consistente.
- Justificar a importância da avaliação por competências na gestão integrada de recursos humanos, evidenciando o seu contributo para o desenvolvimento e reconhecimento do capital humano.
Programa
1. O RECAP enquanto modelo de gestão integrada de recursos humanos.

2. Enquadramento do SIADAP no contexto do RECAP.

3. Estrutura, parâmetros e critérios da avaliação de desempenho.

4. Definição, atribuição e avaliação de competências.

5. Estratégias de comunicação e interação eficaz com os avaliados.

6. Monitorização, acompanhamento e feedback no processo avaliativo.

7. O papel do avaliador.

8. Estudo e análise de casos práticos.
Destinatários/as
- Dirigentes intermédios e superiores com funções de avaliação de desempenho (avaliadores SIADAP);
- Técnicos de recursos humanos e coadjuvantes que apoiam a aplicação do processo avaliativo;
- Elementos com funções de coordenação ou supervisão de equipas na Administração Pública.
Pré-Requisitos
Este curso não apresenta pré-requisitos.
Coordenador Pedagógico
Mariza Moreira

Formador(a)

Ana Simas

Recursos Humanos e Formação

Ana Simas

Consultora e Formadora na área dos Recursos Humanos, é licenciada em Gestão de Recursos Humanos pelo ISLA – Instituto Superior de Línguas e Administração. Desde 2004, integra a Câmara Municipal de Santarém, onde iniciou funções como Coordenadora do Gabinete de Formação. Entre 2004 e 2009, liderou o diagnóstico de necessidades e o plano de formação municipal, assumindo ainda a implementação do Sistema de Avaliação de Desempenho (SIADAP) em 2007.

Desde 2009, exerce funções de dirigente na área de Recursos Humanos, assumindo responsabilidades abrangentes na gestão da Divisão de Recursos Humanos, nomeadamente nas áreas de formação, gestão administrativa, recrutamento e seleção, avaliação de desempenho e higiene e segurança no trabalho.

Formadora certificada desde 2020, atua nas áreas de legislação laboral, SIADAP e recrutamento, com intervenção tanto na Administração Central como Local. Paralelamente, integra o corpo docente da Pós-Graduação em Gestão de Recursos Humanos do ISLA de Santarém.

Metodologias de Formação
Todas as ações de formação abrangem métodos e técnicas de formação diversificadas, adequadas pelos formadores às características dos formandos, aos conteúdos a abordar e ao momento formativo. Recorremos sempre a metodologias adequadas aos adultos. Serão utilizadas diferentes metodologias de formação, como método expositivo; interrogativo, demonstrativo e ativo. Simultaneamente serão trabalhadas as técnicas de: debate, brainstorming e trabalhos práticos individuais. Nesse sentido, a formação é desenvolvida com uma componente essencialmente prática, tendo em conta os interesses e as motivações do formando, de modo a permitir-lhe aperfeiçoar os seus saberes e capacidades, rentabilizando-as em todas as esferas da sua vida.
Métodos de Avaliação
Enquanto componente do processo formativo, procura-se garantir um sistema formal e rigoroso de avaliação da formação.

- Avaliação das Aprendizagens que considera os seguintes momentos: diagnóstica (aferição de pré-requisitos), contínua (participação, empenho, atividades realizadas) e sumativa (exercícios e testes e/ou exames finais, se aplicável).
- Avaliação da formação, realizada com recurso a inquéritos de satisfação de formandos, de formadores e de coordenadores.
Certificação
O Certificado Profissional da INCURSO é emitido no fim da formação através do Sistema de Informação e Gestão da Oferta Educativa e Formativa (SIGO), na área criada especificamente para o registo das ações de formação não inseridas no Catálogo Nacional de Qualificações, ao abrigo do n.º 6 do artigo 7.º do Decreto-Lei n.º 396/2007, de 31 de Dezembro e Portaria n.º 474/2010, de 8 de Julho, ficando associado ao Passaporte Qualifica - Registo Individual de Competências do formando.

- No final do curso os formandos que obtiverem registarem assiduidade mínima de 80% e aproveitamento têm direito a um Certificado de Formação Profissional conforme legislação em vigor.
- Os formandos sem assiduidade mínima e/ ou aproveitamento recebem uma Declaração de Frequência de Formação Profissional, na qual onde constará carga horária e módulos da formação.
Requisitos de Frequência
Cada formando deverá estar munido de um computador com ligação estável à internet. É recomendável para o bom funcionamento da sessão e interação entre formador e formando, deverão estar assegurados: webcam, microfone e colunas ou auscultadores. É desejável que os formandos tenham conhecimentos de sistema operativo Windows na ótica de utilizador. Recomenda-se que seja feito acesso prévio à plataforma para testar os sistemas e a acessibilidade.
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Testemunhos